03/04/2024 às 17h05min - Atualizada em 03/04/2024 às 17h05min

Obra de drenagem superficial e profunda avança na região do ‘Porto de Cima’

A prefeitura está investindo quase dois milhões de reais na reestruturação da área

Por: Marcos Cantuário
Ascom/PMO

Obra de drenagem

ÓBIDOS - No município de Óbidos, oeste do Pará, a obra de drenagem superficial e profunda na área conhecida como “Porto de Cima”, no Centro da cidade, avança com a execução da primeira etapa do projeto, que prevê a instalação de manilhas e aduelas.
 

A ação, determinada pelo prefeito Jaime Silva, consiste em um conjunto de serviços que visam a construção de um sistema de drenagem de águas pluviais para o escoamento adequado de acordo com a necessidade daquela área. A obra é um investimento da Prefeitura de Óbidos, por meio da Secretaria Municipal de Saneamento, Urbanismo e Infraestrutura (Seurbi), que destinou o valor de R$1.933.120,78 para reestruturar a área.


 
Primeira etapa
 
A empresa responsável pela execução do projeto está realizando a instalação de manilhas num trecho da Rua Deputado Raimundo Chaves, próximo ao cemitério municipal. O serviço vai abranger ainda um trecho da Tv. Liberdade, em direção ao Rio Amazonas. Serão utilizados 156 metros lineares de manilhas e 303 metros de aduelas na estrutura da drenagem.
 
“Estamos trabalhando com a primeira etapa do projeto, que é escavação e a instalação das manilhas. Nesse projeto estamos utilizando manilhas de 1 metro em linha dupla. A obra se encontra em andamento e estamos fazendo o melhor possível aqui para atender a demanda da prefeitura e do povo de Óbidos”, relatou Antônio Pedro de Oliveira Neto, engenheiro responsável.


 
De acordo com o plano de trabalho, no trecho, onde estão sendo realizadas as escavações, será feita a reconstrução de cerca de 200 metros de pavimento rígido. O contrato de duração da obra é de seis meses.
 
Prevenção
Com o período chuvoso na região, a empresa que executa a obra, vem tomando medidas importantes para evitar que problemas maiores sejam provocados por conta das fortes enxurradas que atingem a área, segundo explica o engenheiro.
 
“Com relação ao período chuvoso, nós temos esse cuidado não apenas por conta da chuva, mas também pelo espaço físico que temos aqui, pelo cuidado dos prédios que estão ao nosso redor. E a gente tem trabalhado com toda cautela, pensando sempre na escavação suficiente para que a gente possa instalar as manilhas e no mesmo dia ou no dia posterior fazer o reaterro”, finalizou.




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