21/01/2021 às 11h25min - Atualizada em 21/01/2021 às 11h25min

População utiliza Disque-Denúncia para informar irregularidades na vacinação | Portal Obidense

A principal ocorrência é em relação à desobediência ao calendário vacinal. Faça a sua parte denuncie.

Fonte: Agência Pará
Foto: Agencia Pará
PARÁ – O desrespeito com quem se encontra em maior vulnerabilidade e exposição à Covid-19 vem fazendo com que as pessoas procurem os canais oficiais de denúncia da segurança pública do Estado para informar sobre irregulares que estão sendo cometidas. Denúncias já foram registradas e seguem em apuração. No Pará, a vacinação iniciou na manhã da terça-feira (19), com a disponibilização de 173.240 doses enviadas pelo Ministério da Saúde.

A principal ocorrência é em relação à desobediência ao calendário vacinal, ou seja, pessoas que não pertencem ao grupo prioritário e que receberam a vacina, além de relatos envolvendo profissionais que atuam na área médica, mas não na linha de frente ao enfrentamento da Covid-19 que foram imunizadas. Os casos relatados ocorreram tanto na Capital quanto no interior do Estado.

Os órgãos de segurança trabalham na apuração das denúncias para que atitudes como essas não se repitam, mas havendo o registro do fato ou suspeitas de irregularidades, todos podem contribuir com o sistema de segurança pública, denunciando e colaborando para que quem mais precise ser imunizado não fique desassistido.

Canais para denúncias - Os principais meios de denúncias são: por meio da atendente virtual Iara (Inteligência Artificial Rápida e Anônima) no whatsapp (91) 98115-9181 que possibilita o envio de fotos, vídeos, áudios e localização, as chamadas convencionais via 181, e ainda pelo formulário e chatbot disponíveis no site da Segup. Todos os canais garantem o sigilo e o anonimato total do denunciante.
 
Fases da vacinação:
 
1ª Fase: trabalhadores de saúde; pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência e indígenas aldeados.
 
2ª Fase: profissionais da segurança pública na ativa; idosos a partir de 60 anos de idade; e povos e comunidades tradicionais quilombolas.
 
3ª Fase: indivíduos que possuam comorbidades (doenças como diabetes, hipertensão e obesidade);
 
4ª Fase: trabalhadores da educação; Forças Armadas; funcionários do sistema penitenciário; população privada de liberdade e pessoas com deficiência permanente severa.


 

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