04/01/2017 às 18h02min - Atualizada em 04/01/2017 às 18h02min

Combate ao mosquito Aedes Aegypt em Óbidos, terá ajuda do governo Federal se fizer os procedimentos solicitado pelo governo

Por: Walmir Ferreira
Foto: Portal Obidense

ÓBIDOS - Basta uma tampinha com água parada para servir de criadouro das larvas do mosquito. Imagine então um amontoado de sacolas plásticas com dezenas ou centenas de opções para armazenas as larvas do mosquito aedes aegypt.

A cidade de Óbidos, Oeste do Pará, enfrenta um problema extremo com a falta de coleta de lixo. A maioria das ruas da cidade estão tomadas por resíduos sólidos que se acumulam formando verdadeiros criadouros dos focos de mosquitos. Sem falar na possibilidade de aparecimento de roedores e urubus.

Após meses de greve dos servidores o setor de limpeza urbana parou as ações o que levou à situação alarmante da cidade com relação a coleta do lixo. Além do mau cheiro outro problema está relacionado à saúde pública. Com o acúmulo de lixo próximo as residências o risco de contágio por doenças causadas por picadas de mosquitos ou até mesmo leptospirose, ocasionada pela urina dos ratos são consequências extremas.

“A gente torce para que a nova gestão do município retome as ações de limpeza da cidade. Uma situação como essa não pode ficar. Nossa cidade está mais suja e nós, moradores, passivos de sofrer de alguma doença com esse lixo aí.” Reclama Nilson Barbosa, morador do Bairro Cidade Nova.

O Governo Federal anunciou que vai intensificar a atuação contra o mosquito transmissor da Dengue, vírus Zika e febre Chikungunya. O Ministério da Saúde vai repassar recurso adicional a todos os municípios brasileiros. No Pará, os 144 municípios receberão R$ 11,4 milhões para investimento em ações de enfrentamento ao vetor.

O recurso deverá ser liberado aos municípios em duas etapas. Na primeira, o estado do Pará recebe R$ 6,8 milhões. O repasse da segunda parcela está condicionado ao cumprimento de alguns critérios, cujas informações deverão ser consolidas pelas Secretarias Estaduais de Saúde e repassadas ao Ministério até o dia 30 de junho de 2017.

Segunda parcela

Para receberem a segunda parcela de R$ 4,5 milhões, os municípios paraenses deverão realizar o Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) nas cidades com mais de dois mil imóveis; fazer o Levantamento de Índice Amostral (LIA) nas cidade com menos de dois mil imóveis; as cidades sem infestação do mosquito deverão realizar monitoramento por ovitrampa ou larvitrampa e, excepcionalmente serão consideradas as metodologias alternativas de levantamento de índices executados pelos municípios.

Em Óbidos os moradores não vêem a hora de o trabalho começar. Ninguém quer começar o ano de 2017 num leito de hospital tendo o problema morando logo ao lado de casa.

“A gente conta também com a colaboração dos vizinhos para evitar jogar lixo na rua. A prefeitura fazendo sua parte e nós fazendo a nossa ninguém vai sofrer com nenhuma doença que esse mosquito passa, não é!?” Diz Nilson.


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