30/10/2018 às 09h48min - Atualizada em 30/10/2018 às 09h48min

De obidense para obidense. Cantor obidense de renome nacional confirma show em sua cidade natal

Uendel Pinheiro que está fazendo maior sucesso em todo Brasil, passou uma temporada no Rio de Janeiro onde fez dezenas de show, tem show marcado para dia 11 de novembro em Óbidos-PA

Por: Walmir Ferreira

ÓBIDOS – Para quem achou que seria impossível, está confirmado o show do cantor Obidense Uendel Pinheiro, dia 11 de novembro em Óbidos, no oeste do Pará sua cidade natal.

Pinheiro, que está passando uma temporada na cidade do Rio de janeiro, onde cumpre uma super agenda de shows, publicou em seu perfil no facebook que estará em Óbidos para fazer uma roda de samba, ele que revelou uma vontade enorme de cantar para seus conterrâneos, disse o sambista em sua rede social “Que maravilha! Alô Óbidos-PA! Dia 11 tô chegando minha cidade Linda! Rever os amigos, familiares... e fazer aquela roda de samba sem hora pra acabar! Vamo!?”.


Paranaura

O cantor que nasceu em Óbidos, mas foi abraçado pelo povo amazonense e agora com sucesso em todo Brasil, Uendel Pinheiro que alto se declara ser Paranaura uma nova denominação para o gentílico que é paraense e ao mesmo tempo amazonense, pela primeira vez fará um show em sua cidade.

Confirmado
O show está marcado para dia 11 de novembro na sede do Mariano no bairro de Santa Terezinha, ingressos antecipados custarão R$ 20,00 e mesa R$ 100,00 para 4 pessoas. O show terá início às 18hs. A responsabilidade é Serginho (Pitico) e Renata Mendonça. Mais informações – (93) 99191-6762 ou 99128-6899

Pinheiro que recentemente gravou um DVD com vários convidados, entre eles Wanderley Andrade, David Assayag, Arlindo Junior, esta viajando por todo o Brasil e por onde passa coleciona fãs.

 
Conheça Uendel Pinheiro?
Ele é Natural de Óbidos, cidade do oeste do Pará e foi lá que a história musical de Uendel Pinheiro começou. “Lá em Óbidos eu já participava das bandas Marciais e de todos os projetos culturais que envolviam música na escola”, lembra o cantor e compositor, que nasceu em 1986.

A paixão pelo samba já vinha desde garoto, mas foi a partir de 1999 quando veio morar com sua mãe em Manaus-AM precisamente no berço do samba Manauara, o bairro Praça 14 de Janeiro, que a magia do samba floresceu.

“Eu lembro que minha mãe sempre me levava para os ensaios da Verde e Rosa (GRES Vitória Régia), e eu achava aquilo uma loucura, não queria sair dali. Ganhei meu tamborim ainda criança, desfilei em carro alegórico, ala dos sambistas, compositores, harmonia, bateria e depois tocando cavaquinho”.

As influências musicais foram chegando, sempre embrulhadas para presente. “Minha mãe trabalhava na Sonopress que era a empresa que fazia a distribuição dos Cd’s que eram lançados no país inteiro e sempre levava para mim os lançamentos, não só de samba, mas todos os ritmos. Lembro que além dos sambas eu escutava Zezé de Camargo e Luciano, Joana, Maria Bethânia, Gal Costa, Symple Red, Guns N’roses, Roberto Carlos, Tracy Chapman, Alceu Valença, Zé Ramalho, José Augusto, Gilliard, Gian e Giovanni, Reginaldo Rossi, muita coisa mesmo.

Depois de anos na Praça 14 Uendel se mudou para o bairro onde reside até hoje, Ouro Verde. “Já estou no Ouro Verde há mais de 10 anos e aqui me sinto bem, tanto eu como minha família”.

Durante o início dos anos dois mil comprou seu próprio cavaquinho. “Era um Tonante (marca de cavaco) duro e velho, mas devo tudo aquele cavaco, aprendi muita coisa naquele pinho surrado e a última vez que toquei nele foi na praia da ponta negra dentro da agua com os amigos (sorriu neste momento)”. Depois começou a frequentar as casas de samba que se espalhavam pela cidade de Manaus. O Pagode do Nostalgia no bairro cachoeirinha foi o primeiro que conheceu. “Eu ia para ver o Ases do Pagode tocar e eu ficava fascinado com aqueles caras tocando e o povo cantando, ficava parado olhando e degustando aquele samba maravilhoso”. Aliás o Ases do Pagode foi uma das suas maiores influências, mas não a única. “Eu sempre fui influenciado pelo o que eu via de perto, então, Ases, Coisas Nossa, Grupo Peccado e Doce Amizade eram os grupos que gostava e acompanhava, principalmente porque eles tocavam muito samba que sempre foi meu gosto. Mas jamais vou deixar de citar os grandes nomes que também me influenciam até hoje: Jorge Aragão, Zeca, Arlindo, Guineto, Beth Carvalho, Fundo de quintal foram sempre meus alicerces, mas também curti e curto até hoje Soweto, Exalta, Katinguelê, Kiloucura, Os Morenos, Karametade entre outros”

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