26/06/2019 às 16h40min - Atualizada em 26/06/2019 às 16h40min

Uma noite de poesia, memória e cultura

Por: *Pe Sidney Canto
Foto: Pe. Sidney
ÓBIDOS - Na noite da terça-feira, dia 25 de junho, dia em que se comemora o dia da poesia e do poeta paraense, várias pessoas se reuniram no quintal da residência de Hélcio Amaral de Sousa para prestar uma homenagem ao escritor jurutiense, que tinha Óbidos e Santarém como terras de adoção.

O evento, promovido pela família do recém-falecido autor, Hélcio Amaral, contou com a presença de diversos poetas e músicos da Academia de Letras e Artes de Santarém – ALAS e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós – IHGTap. Declamaram poesias: Jairo Linhares, João Georgios Ninos, Anselmo Colares (presidente da ALAS), e Francisco Edson, que ainda expuseram poesias de Renato Sussuarana e Socorro Carvalho. Terezinha Amorim (presidente do IHGTap) e padre Sidney Canto fizeram menção ao dia do nascimento de Rui Barata e também ao escritor homenageado da noite.


Um quinteto de cordas e flauta executou músicas, entre elas uma Elegia para Hélcio Amaral, composta por Vicente Fonseca. O músico e poeta Celson Lima também esteve presente, tocando músicas regionais. Pela família de Hélcio, falaram seus filhos: Podalyrio Neto e Nilza Amaral, que focaram diversas memórias deixadas por seu saudoso pai.

Na ocasião foi lançado o livro “Do Cutambém ao Xiriri: Histórias curiosas e versos mal criados”, segundo livro da lavra de Hélcio Amaral, que ficou pronto pouco antes do seu falecimento. Uma síntese das experiências de vida do autor, algumas bem engraçadas, transformadas em contos bem curiosos, além de poesias.

 
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