02/07/2018 às 12h09min - Atualizada em 02/07/2018 às 12h09min

Nápoli de Terezinha confirma favoritismo e é campeão da Copa Máster em Óbidos

Ataque Napolitano funciona e garante título ao time de Nêna. O time de Santa Terezinha, levantou a taça vencendo pelo placar de 3x1. Organizadores divulgaram a seleção da Copa.

Por: José Augusto Garcez
ÓBIDOS - Acostumado a conquistas, desta vez não foi diferente e o Nápoli de Santa Terezinha sagrou-se campeão da Copa Máster, em Óbidos, vencendo o Campinense por 3 a 1. A equipe do Campinense bem que tentou, mas não foi páreo para o forte time de Nêna & companhia. Time do Campinense com formação diferente de outras partidas, ausência do artilheiro Rubão na formação inicial e o brilho de Renê e Garrincha, foram alguns dos fatores que ajudaram o Nápoli na conquista.

A partida homenageou o ex-atleta Paulo Braga com um minuto de silêncio, comovendo a todos no Arizão. Paulo Braga atuou por Tiradentes, Paraense e o Nápoli de Fátima. O time do Campinense jogou com uma faixa preta no uniforme, pois conta com o artilheiro Rubão no elenco, irmão de Paulo.

Na preliminar a equipe do Curumú venceu o forte e mudado Pauxis por 2 a 1, nas penalidades, após empatar em 1 gol no tempo normal.

A partida
O time do Campinense veio a campo com uma formação diferente. O técnico Renildo Andrade resolveu mudar a formação que vinha usando em partidas anteriores, mudou no meio campo e ataque. Trocou Maneca por Viola e não utilizou nenhum atacante de ofício no início da partida. Rubão por motivos familiares chegou depois da escalação e Nego ficou como opção para o segundo tempo. Já o Nápoli veio com força máxima e o time titular foi mantido.

Desde o início o Nápoli pressionava, usando a velocidade de Renê, inspirado, e Garrincha, para infernizar o setor defensivo do Campinense, que parecia não se entender em campo. O trio de ataque do Nápoli se revezava nas posições em campo. Farofa, com problemas físicos, era o que menos se movimentava, mas arrumava espaço para criar e deixar a correria para os outros do ataque.

Na volta do intervalo, Renildo Andrade muda por atacado, faz quatro mudanças para tentar recuperar o prejuízo. Uma delas é o goleiro Rock, que apesar de grandes defesas, não conseguiu evitar a derrota, mas equilibrou as ações até os 20 minutos.

Em alguns momentos jogadores se exaltavam em campo, todos buscavam o título, mas o objetivo principal da competição foi alcançado e nenhum problema de indisciplina foi evidenciado. Todos se confraternizavam após a partida, não tinha vencedores e vencidos. A amizade de fora de campo adentrou as quatro linhas e a Copa teve um final esperado pelos organizadores.

Os gols
Como aconteceu durante toda a competição, em partidas do Nápoli, todos sempre buscam a velocidade do ataque, buscando o que Renê e Garrincha tem de mais forte. Aos 11 minutos Farofa é lançado na esquerda, cruza e acha Renê bem colocado na área, o garotinho se ajeita e chuta sem deixar a redonda cair no chão, abrindo o placar para o Nápoli. Aos 24, os atacantes se procuram novamente, desta vez é Garrincha que cruza para Renê, mas o lateral do Campinense Ney empurra Renê e o árbitro Kelly aponta para a marca do pênalti. Garrincha, o artilheiro pega a bola e vai para a cobrança, bate bem e amplia o placar.

Aos 21 da segunda etapa, Van aproveita sobra dentro da pequena área e chuta forte, Rock ainda toca na bola mas não evita o terceiro gol napolitano. Aos 37, Nego, eterno artilheiro do Campinense deixa sua marca, ele aproveita confusão na área do Nápoli e toca para o fundo do gol, diminuindo o placar e fechando a conta da final.
A seleção da Copa:

Goleiro: Sarará (Nápoli)
Laterais: Joãozinho (Nápoli) e Marcos (Pauxis)
Zagueiros: Valmir (Campinense) e Ivo (Nápoli)
Meio Campo: Weber (Pauxis), Robô, Curtinho e Varli (Campinense)
Atacabtes: Renê e Garrincha (Nápoli)
 
A escalação
Nápoli de Terezinha 3: Sarará, Joãozinho (Délio), Ivo, Pelé (Binha), Éder Paiva (Jéter), Vena (Valdir), Rosi, Farofa (Robson), Renê (Van), Nêna (Dadá), Garrincha. Técnico: Evaldo
Campinense 1: Pedro Bolha (Rock), Zé Imbiriba (Herildo), Rock Imbiriba, Valmir, Ney, Robô, Bolão Imbiriba (Rubão), Varli, Viola (Nico), Curtinho Imbiriba (Nego Imbiriba) e Riquinho. Técnico: Renildo Andrade

A premiação:
Campeão: Nápoli de Terezinha (R$ 2.000,00 e troféu);
Vice Campeão: Campinense (R$ 1.000,00 e troféu);
Terceiro colocado: Curumú (R$ 500,00 e troféu);
Quarto Colocado: Troféu;
Artilheiro: Garrincha (8 gols – 1 medalha)
Renda: R$ 835,00
Observação importante: A premiação foi entregue ao final da partida.


Equipe do Campinense - Vice campeão

 
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