05/12/2017 às 21h20min - Atualizada em 05/12/2017 às 21h20min

Os corpos das vítimas resgatadas do empurrador da Bertolini serão reconhecido por técnica de DNA forense.

Em entrevista ao Portal Obidense o perito Felipe Sá, fala do estados dos corpos e a situação interna do empurrador.

Por: Eury Silva

ÓBIDOS – Ainda na comunidade do Livramento no município de Óbidos no estado do Pará, onde está acontecendo os trabalhos de remoção dos corpos das vítimas do acidente no rebocador da Bertolini. No final dos trabalhos de hoje, terça-feira, 05 corpos já tinham sido resgatados.

Os trabalhos pararam devido ao cansaço da equipe, pois um grande esforço foi feito para vencer obstáculos no ambiente interno do empurrador.

Segundo o perito Felipe Sá, dentro dos compartimentos, muita lama misturada a restos de alimentos, misturado a vários tipos de produtos e material com gases tóxicos. “No interior da embarcação está uma situação complicada, bastante avariada, muito ferro retorcido, muitos objetos e vazamentos, cheiro tóxico de gases... tudo... estamos fazendo esforço resgatamos 5 corpos, ainda não acessamos outros camarotes, a tendência e com fé que possamos ter êxito na busca de todos”.

Estados dos corpos

Os corpos foram retirados em sacos especiais, padrão internacional conforme orientação da interpol, devido a isso não teve como a impressa registrar, mas o perito Felipe Sá respondendo à pergunta do Portal Obidense falou sobre o estado dos corpos: “Os corpos estão em estado de decomposição, isso ai já era previsto diante do tempo que eles passaram debaixo da água, na verdade uma condição não tão desfavorável como imaginávamos, mas em decomposição, semi - esqueléticos”.

A identificação dos corpos

Os corpos serão identificados por DNA Forense, Os corpos serão identificados por DNA Forense, A Genética Forense (ou DNA Forense) trata da utilização dos conhecimentos e das técnicas de genética e de Biologia Molecular no auxílio à justiça. Sua aplicação é indicada nos casos de investigação de paternidade (ou maternidade), de identificação de cadáveres.

O período poderia ser de 10 dias, mas pelo fato de como estão os corpos poderá demorar bem mais. De Santarém as amostras serão levadas para a cidade de Belém onde os trabalhos irão continuar.

Disse o Perito: “Agente consegue identificar, quando a amostra está direitinho em fases fresca, em 10 dias, mas como estão em decomposição, teremos um trabalho um pouco maior para poder fazer a extração do DNA”. Concluiu o perito Felipe Sá que terá um grande desafio pela frente no trabalho de identificação dos corpos.

OUÇA a entrevista com o Perito Felipe Sá

 

 

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