15/08/2017 às 18h47min - Atualizada em 15/08/2017 às 18h47min

Vereador pede aos órgãos municipais e estaduais, investigação para saber qual o tipo de combustível e quantidade, submergiram junto com rebocador.

O assunto foi tratado na Câmara de vereadores na seção de segunda-feira (14). Devido a vários questionamento dos ribeirinhos que habitam as margens do rio onde aconteceu o acidamente, medo de desastre ambiental.

Por: Walmir Ferreira
Foto - Portal Obidense

ÓBIDOS - Se não bastassem as duas semanas de agonia que vivem os parentes e amigos das vítimas da colisão no último dia 02 de agosto entre o empurrador da empresa Bertolini e o Navio cargueiro da Mercosul Line no rio Amazonas na localidade do Parú, município de Óbidos, outro problema vem sendo discutido pelas famílias ribeirinhas, vizinhas à tragédia.

Com o naufrágio do empurrador os moradores temem que o combustível da embarcação possa colocar em risco as margens e vida aquática na região.

Segundo informações passadas ao vereador Rosinaldo Cardoso, o empurrador teria 2 tanques com 30 mil litros cada, resta saber qual o tipo de combustível (diesel) usada nesse tipo de máquina e a quantidade que cada tanque continha na hora que submergiu.

A colisão ocorreu na madrugada do dia 02 de agosto, por volta de 4:40 da quarta-feira. De acordo com a Capitania Fluvial de Santarém, no empurrador havia 11 pessoas, sendo 09 tripulantes e dois passageiros. Nove estão desaparecidas e duas conseguiram se salvar. Praticamente 15 dias depois da tragédia, após várias buscas, ninguém foi encontrado.

Esta semana, outro assunto vem tomando conta das ruas de Óbidos. Preocupados com os problemas ambientais que poderão ser ocasionados com o vazamento de óleo no Rio os moradores das comunidades próximas procuraram ajuda no Poder Legislativo.

O assunto foi debatido na Câmara municipal de Óbidos. Rosinaldo Cardoso, vereador do PROS 51 pediu providências aos órgãos ambientais do município de Óbidos e Governo do Estado do Pará quanto ao combustível que se encontra nos tanques do empurrador que está no fundo do Rio Amazonas.

“Hoje nós abordamos um assunto muito preocupante, tanto para as famílias ribeirinhas da margem esquerda como da margem direita do Rio Amazonas. Nós estamos preocupados com o acidente que ocorreu entre o navio e o empurrador. A embarcação que está no fundo contém um produto altamente poluente. Pedimos à Deus que este produto não venha a se romper. Pedimos a SEMMA (secretaria municipal e estadual) para observar de perto para que os ribeirinhos não venham sofrer as consequências.” Disse Rosinaldo Cardoso.

O navio Mercosul Santos, foi liberado ontem dia (14) e segui viagem para Manaus, a empresa Bertolini tem até dia 16 para apresentar uma empresa especializada para fazer o trabalho de resgate e retirar a embarcação do fundo do rio.

Por enquanto, a secretaria municipal de Meio Ambiente ainda não se pronunciou sobre o assunto.


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