16/05/2017 às 22h39min - Atualizada em 16/05/2017 às 22h39min

Prefeito de Óbidos decreta situação de emergência após o rio Amazonas inundar várias partes da cidade

Este é o segundo decreto publicado pelo gestor municipal, que já havia decretado situação de emergência devido os danos causados pela enxurrada da chuva.

ASCOM/PMO
Por: Érique Figueirêdo
Fotos: Mauro Pantoja – ASCOM/PMO

ÓBIDOS - O prefeito do município de Óbidos, no oeste do Pará, Chico Alfaia (PR), decretou situação de emergência após o nível do rio Amazonas ultrapassar a cota de alerta de que é de 7,73cm para o município, e inundar várias vias públicas e causar danos nas 48 comunidades da zona de várzea.

Desde que a cota de alerta foi ultrapassada, as ruas da área comercial: Avenida Almirante Tamandaré e Rua Siqueira Campos, foram inundadas pelo rio. Outro trecho urbano que foi atingido pela cheia é a Travessa Pauxis no bairro de Lourdes, e a Rua Graciliano Negreiro no bairro Cidade Nova. Nesses locais, pontes foram construídas pelo governo municipal para facilitar o acesso dos moradores as residências.

Segundo o decreto 344 de 12 de maio de 2017, que declara situação anormal caracterizada como situação de emergência, a inundação trouxe a população obidense grandes transtornos alagando os logradouros da cidade que dão acesso as residências, ao cais de arrimo dificultando o embarque e desembarque de passageiros e cargas, além de prejudicar o trabalho dos pescadores, o turismo, o funcionamento d

e algumas escolas, além de afetar o movimento no centro comercial da cidade. Na zona de várzea o alagamento danificou residências, plantações, a atividade agropecuária, apicultores, escolas, creches, espaços comentários, igrejas, comércios e pontes.

O parecer do documento é baseado no levantamento da Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil (COMUPDEC), que recomendou a decretação. O rio Amazonas atingiu a marca dos 7,97cm, e está a três dias paralisado nesta cota, segundo os levantamentos realizados pela Agência Nacional das Águas (ANA). “Os efeitos danosos ocasionados pela invasão da água em vários trechos da área urbana e os danos causados a população ribeirinha, nos levaram a orientar que o prefeito decretasse situação de emergência devido a enchente”, disse Ary Franco, coordenador da defesa civil.

Este é o segundo decreto de emergência publicado pelo prefeito Chico Alfaia, que no mês de março decretou situação de emergência devido os danos causados pelas enxurradas da chuva que danificaram diversas vias urbanas, estradas e ramais, além de ocasionar a remoção de dezenas de famílias que tiveram a sua moradia comprometida. O decreto foi reconhecido pelo Ministério da Integração. A prefeitura aguarda a chegada da ajuda humanitária para auxiliar os atingidos.

Com o decreto está a autorizado a mobilização de todos os órgãos municipais para aturem sob a coordenação da defesa civil municipal, nas ações de resposta ao desastre e reabilitação dos cenários afetados pela enchente. Fica também dispensado de licitações os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta ao desastre, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários dos desastres, desde que possam ser concluídas no prazo de 180 dias consecutivos e ininterruptos.


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