21/03/2023 às 18h33min - Atualizada em 21/03/2023 às 18h33min

Paulo Pimenta, ministro de Lula, omitiu ao TSE casa em área nobre de Brasília | Portal Obidense

Imóvel ficou de fora da relação patrimonial apresentada pelo petista em 2014, 2018 e 2022.

Da Redação
conexaopolitica.com.br
Imagem da internet

BRASÍLIA - O ministro Paulo Pimenta, da Secom do governo Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do PT, omitiu do Tribunal Superior Eleitoral uma casa adquirida por R$ 1,6 milhão em 2013. Localizado no Lago Norte, bairro nobre de Brasília, o imóvel não entrou em nenhuma relação patrimonial apresentada pelo ministro nas eleições de 2014, 2018 e 2022.
 

À Corte Eleitoral, Pimenta registrou um patrimônio de R$ 192,8 mil.
 

Conforme reportagem da Folha de S. Paulo, casas próximas a do ministro são avaliadas em R$ 5 milhões. O lote tem 848 metros quadrados e 441 metros quadrados de área construída.
 

A Lei Eleitoral (9.504/1997) determina que todos os candidatos políticos entreguem uma declaração atualizada de todos os seus bens, visando a devida publicação nas páginas de transparência do TSE.

 

Na declaração de bens feita ao TSE por Pimenta em 2022, o único imóvel apontado era uma vaga de estacionamento em Porto Alegre (RS).
 

O que diz Pimenta 

Questionado, o ministro Paulo Pimenta afirmou que o imóvel está registrado no seu nome e no da sua esposa. Ele diz ter seguido a orientação do partido ao entregar suas declarações de bens à Justiça Eleitoral.
 

Ao ser indagado sobre o motivo de o imóvel não ter sido declarado à Justiça Eleitoral, Pimenta alegou que seguiu as orientações da Secretaria de Organização do PT.
 

O documento do partido com as instruções para o registro da candidatura pede que seja encaminhada a declaração atual de bens, podendo ser cópia da declaração do Imposto de Renda.
 

Os recursos, segundo o lulista, vieram da venda de um imóvel de Santa Maria e de empréstimos, além de recursos próprios do casal, destacando que tudo foi declarado no Imposto de Renda.
 

“Todas as informações relatadas são acompanhadas pelos órgãos de controle, entre eles o TCU, que tem acesso a todos os meus dados de bens e rendas. Os pagamentos foram realizados através de transferências bancárias e cheques”, justificou o esquerdista.

 


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