26/05/2020 às 17h10min - Atualizada em 26/05/2020 às 17h10min

Último a ser ouvido Aurélio Auzier conta com detalhes o caso ocorrido na barreira | Portal Obidense

O empresário admite que seu erro foi esquecer os documentos, que concorda com a barreira, e que não tem amizade com o prefeito

Por: Eli Junior
Foto: Empresario Aurélio Auzier | Foto: Eli Junior
ÓBIDOS - O Portal Obidense procurou o empresário Aurélio Auzier, envolvido no episódio da barreira no último sábado (23) em uma discussão com uma voluntária que resultou em Boletim de Ocorrência na Delegacia de Óbidos.

Aurélio já havia gravado entrevista para outras páginas de mídia social e não quis se pronunciar em vídeo para o Portal Obidense. Mas, permitiu gravar um áudio para que pudesse ser transcrito seu depoimento sobre sua versão dos fatos.

Aurélio confirma que errou em não possuir seus documentos, necessários para apresentar aos agentes na barreira. Ressaltou que apoia o serviço, voluntário no local, mas ressalta a importância do bom senso nas abordagens.

O empresário frisou que tentou ligar para familiares, amigos e como último caso ligou para o Prefeito no intuito de contribuir para que pudesse pegar seus documentos em casa. Mas, jamais para liberar sua entrada, desrespeitando a autonomia e autoridade dos voluntários.

Aurélio finaliza que apoia o retorno da barreira, se desculpa pelo ocorrido e se mostrou revoltado com o tratamento recebido pela funcionária pública (France Minele) ao qual citou faltar bom senso para avaliar caso por caso.
 
"Na minha parte ouve um erro. Eu reconheço. Devia estar com minha carteira de identidade, comprovante de residência. Só que eu acho que tem que haver um consenso. E ela (a servidora pública - France Minele) não teve isso. Então, eu não sabia que estavam pedindo documento. Por que, quarta-feira (20) eu passei lá e só me pediram máscara. Eu não sabia. Se eu soubesse eu tinha providenciado”.
Auzier continua: “Sai cedo, passei lá e estava fechado, não tinha ninguém. Quando voltei 2h da tarde ela me parou. Fiquei surpreso! Daí fui olhar no porta-luva do carro e não estava lá. Daí, pensei que estava no outro carro. Daí, ela disse que o carro ia ficar ali e eu tinha que providenciar que alguém trouxesse os documentos. Naquele local (barreira) oscila muito o sinal de celular. Tentei ligar pra muita gente, minha família, amigos, mas não dava pra ouvir direito. Caia o sinal. Daí, eu fui perguntar a ela se ela me permitia ir em casa buscar esses documentos. Ela me respondeu que eu devia andar com os meus documentos. Se eu sabia que tinha barreira. Então eu disse a ela que se o documento não está aqui e eu não consigo ir buscar e o sinal de celular oscila, como eu ia conseguir? Por isso que eu digo que deve haver o bom senso”.

Auzier continua e fala do momento que resolveu ligar para o prefeito “Daí, eu entrei no carro e me deu na cabeça de ligar para o Prefeito pra ele autorizar eu ir buscar meu documento, porque ela estava irredutível. Como o sinal estava falhando muito eu acho que ele entendeu que eu estava preso. Eu achei até uma surpresa ele ter ido lá. Volto a dizer que não tenho aquele conhecimento (amizade) com ele”.
Auzier ressalta: “Antes disso, ela começou a fazer uns comentários lá, perto de mim e perto de pessoas. Eu pensei que isso ia dar problema”.

Foi no momento que o prefeito chegou e ele relata: “Quando o Prefeito chegou ele disse a ela que ela estava certa naquele procedimento. Quando ele virou a mim eu disse que já tinha conseguido falar com a mamãe, já tinha resolvido. Volto a falar, eu estava errado por não andar com minha documentação. Mas, acredito que deveria ter um meio termo. Estão dizendo que ele liberou. Ele não liberou. Ele saiu primeiro e eu esperei a mamãe e depois que chegou meu documento eu fui liberado”.

Aurélio Auzier fala o motivo de sua irritação: “Eu me aborreci mais, quando no meio da conversa passou uma 'Hillux' e passou, com vidro escuro. Ela disse que conhecia e isso me aborreceu. Ela quer se fazer de vítima, mas ela é muito 'barraqueira'. Ela chamou dois carros e Polícia, não sei o porquê? Citou minha mãe lá, sabe. Isso pode até dar problema pra ela. Já até consultei o advogado”.

E diz que é a favor da barreira: “Sobre a barreira é prestar atenção né! Eu sou a favor, ela é importante, tem que prevenir. Como está o comentário aí que eu quis bagunçar lá. Eu não sou disso. Quantas vezes as moças me atenderam bem. Outras vezes. São pessoas que atendem bem. Quando eu vi essa armação toda na Câmara, tentar fazer uma CPI, Ministério Público... meu amigo pra quê isso? Pra prejudicar o 'cara. O cara não fez nada, eu que pedi pra ele ir lá. Como aquele Presidente da Câmara falou: 'que diabos ele foi lá'. Ele é livre. Só porque ele é prefeito ele não pode ir lá na barreira? Por isso que eu resolvi falar. É muito raro eu falar com ele. Eu achei interessante, uma humildade muito grande da parte dele. Deixar o aniversário da mulher dele pra ir lá. Agora eu vou deixar esse cara na mão, sendo que eu coloquei o cara numa situação dessa? Por isso eu resolvi falar”.

Click AQUI – Veja a entrevista com o prefeito Chico Alfaia

Click AQU – Veja a entrevista com a servidora France Milene


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