17/07/2019 às 16h32min - Atualizada em 17/07/2019 às 16h32min

Polícia Civil já prendeu 116 pessoas durante a Operação Matapi

Por Walrimar Santos (PC)
PARÁ - Até o momento, 116 pessoas foram presas durante a Operação Matapi, realizada pela Polícia Civil, para o cumprimento de 200 mandados de prisões preventivas de autores de crimes contra o patrimônio em 70 municípios do Estado. Na manhã desta quarta-feira (17), uma entrevista coletiva foi concedida na Delegacia-Geral, em Belém, para prestar informações sobre a ação.

Além das prisões, seis mandados de busca e apreensão de menores de idades foram cumpridos durante a operação, que contou com a participação de 471 policiais civis e 130 viaturas, e está sob a coordenação do delegado-geral Alberto Teixeira; do diretor da Polícia Metropolitana (DPM), delegado Marco Antônio Duarte; e do assistente da DPM, delegado Almir Alves.

Durante a entrevista coletiva, o delegado-geral Alberto Teixeira explicou que a megaoperação foi desencadeada em todo o Estado, com a missão de cumprir mandados de prisões de pessoas pela autoria de crimes, em especial, contra o patrimônio, como roubo, furto e latrocínio.


"Embora o latrocínio esteja entre os que mais chocam a sociedade, efetivamente, o crime contra patrimônio também perturba a sociedade, pois lesam os cidadãos. Nesses crimes, as vítimas se deparam com seu veículo roubado, seu celular subtraído e residência invadida, e torna-se, muitas das vezes, uma perda irreparável", ressaltou.

O delegado-geral destacou também que os mandados de prisão são resultados dos inquéritos policiais realizados pelas delegacias de Belém, Região Metropolitana e do interior. "A partir daí, trabalhamos em conjunto com o Poder Judiciário para que, assim, a Polícia Civil possa executar e cumprir os mandados de prisão preventiva, para trazer paz para a sociedade", completou.

Segundo o diretor da Polícia Metropolitana, delegado Marco Antônio Duarte, que coordenou a operação, o objetivo foi retirar de circulação, neste período de férias, autores de atos ilícitos contra o patrimônio, diminuir a incidência desses tipos de crimes e, assim, reduzir a criminalidade no Estado.

Para a operação, o delegado explicou que foi montado um planejamento com as diretorias operacionais da Polícia Civil, dentre elas a Diretoria de Polícia do Interior (DPI), a Diretor de Polícia Metropolitana (DPM), a Diretor de Polícia Especializada (DPE), Núcleo de Inteligência Policial (NIP) e a Divisão de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV).

"O assaltante que comete o crime contra o patrimônio, não comete apenas um assalto, mas sim reitera sua conduta por várias vezes, por meio de sua forma de agir, atacando o cidadão de forma violenta, com ameaças de armas de fogo, arma branca, dentre outras", contou.

As pessoas presas durante a operação foram encaminhadas para o sistema penitenciário das regiões e ficarão recolhidos à disposição da Justiça.
 
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