26/12/2017 às 11h14min - Atualizada em 26/12/2017 às 11h14min

Pesquisa IBGE aponta que 25 milhões de brasileiros estão na linha de pobreza e com 11,8 milhões de analfabetos.

Fonte: IBGE
Por: Elialdo Junior

BRASIL – Com essa triste realidade estamos deixando o ano de 2017 e levando como bagagem para 2018. Problemas sociais herdados de administrações passadas, parece sem perspectiva para o futuro, com compras de interesses manipulações do governo geral atual mostra um reaidade obscura, as informações que são passadas do mercado, mas que não se vê na prática, com baixa de juros e gasolina acima do preço suportável, onde se informa diminuição no valor do alimento com valor do gás extrapolando o imaginável... sem falar de energia elétrica, água e esgoto e suas bandeiras

Um dado divulgado na sexta-feira (15), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE aponta que 25 milhões de brasileiros, ou 25,4 % da população vivem na linha da pobreza e possuem renda familiar de 387,07, por dia, dado que apontam se uma pessoa é pobre.

Ainda tem cerca de 11,8 milhões de analfabetos, o que corresponde a 7,2% da população de 15 anos ou mais. Os dados, divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fazem parte da Pesquisa Nacional.

Taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade

Região Nordeste apresentou a maior taxa de analfabetismo, em torno de quatro vezes maior do que as taxas estimadas para o Sudeste e Sul.

Mais da metade da população só tem até o ensino fundamental

Além do analfabetismo, a Pnad mostra um quadro preocupante sobre a escolarização no país. A pesquisa revela que cerca de 51% da população brasileira de 25 anos ou mais tem somente até o Ensino Fundamental completo. No caso do Ensino Médio, 26,3% desse grupo tinha completado esse nível de instrução. A taxa mais baixa está localizada no ensino superior: 15,3% completaram a etapa.

A pesquisa indica, ainda, que o maior índice de pobreza está na região Nordeste do país, com 43,5 % da população se enquadrando nessa situação. No sul, o índice é o menor do país, com 12,3 %.

Quanto a distribuição de renda no país, a Síntese dos Indicadores Sociais 2017 comprovou que o Brasil continua um país de alta desigualdade de renda, comparando a outras nações da América Latina.

De acordo com o estudo, em 2017 as taxas de desocupação da população preta ou parda foram superiores a da população branca em todos os níveis de instrução, na categoria ensino fundamental completo ou médio incompleto.

Os dados indicam que, quanto menos escolaridade, mais cedo o jovem ingressa no mercado de trabalho.

O IBGE informa que os trabalhadores de cor preta ou parda se inserem mais cedo no mercado de trabalho, quando comparados com os brancos, característica que ajuda a explicar sua participação maior no mercado informal.

As Regiões Norte e Nordeste do país ganham destaque negativo, quando se avalia os níveis de pobreza no Brasil. No Maranhão, por exemplo, 52,4 % da população, no Amazonas 49,2 % e em Alagoas 47,4 % da população, a pobreza é maior.

O IBGE alerta para uma atenção maior de políticas públicas para o grupo de pretos e pardos com maior possibilidade de linha da pobreza no planeta.

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