28/03/2024 às 20h55min - Atualizada em 28/03/2024 às 20h55min

Operação 'Infectus' desvenda rede de corrupção milionária que atuava no Pará e Amapá

A operação, resultante de uma extensa investigação, expôs um esquema que desviou mais de R$ 45 milhões de recursos públicos

Da Redação
Ag Pará

Fotos: Divulgação

PARÁ - A Polícia Civil do Pará em conjunto com o Ministro Público do Pará e Amapá, por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), deflagrou na quarta-feira (27) a operação “Infectus”, uma ampla ofensiva contra uma complexa rede de corrupção. A operação, resultante de uma extensa investigação, expôs um esquema que desviou mais de R$ 45 milhões de recursos públicos, envolvendo fraude em licitações, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Com a mobilização de 50 policiais civis e membros do GAECO dos estados do Pará e Amapá, a operação executou 19 mandados de busca e apreensão nas cidades de Chaves e Afuá, no Pará, e Macapá, no Amapá. Os alvos foram empresas de fachada que, segundo as investigações, serviam como veículos para a movimentação ilegal de milhões de reais. 

Além do expressivo montante financeiro movimentado ilegalmente, a operação apreendeu aproximadamente R$ 150 mil em dinheiro, documentos que podem ser cruciais para aprofundar as investigações, bem como computadores e celulares. A apreensão desses itens é vista como um passo significativo na desarticulação das atividades criminosas investigadas.

“Após uma denúncia realizada no Ministério Público da comarca de Chaves, o promotor de Justiça requisitou a instauração de um inquérito policial à Polícia Civil e iniciamos as investigações há cerca de 1 ano. Solicitamos ao COAF um relatório de inteligência financeira, no qual foram detectadas empresas com indício de lavagem de dinheiro. Uma dessas empresas participa de licitações no município de Chaves, onde detectamos que há uma combinação de valores para que todos consigam vencer as licitações”, explicou o delegado Eduardo Lima da Diretoria Estadual de Combate à Corrupção da PCPA.

A operação não se limitou a ações de busca e apreensão. Durante as diligências, duas pessoas foram presas em flagrante por posse ilegal de armas de fogo, uma das quais estava com a numeração raspada, aumentando a gravidade da infração. Essas pessoas foram entregues à custódia da Polícia Civil do Estado do Amapá, destacando a colaboração inter-estadual na operação.

Além do expressivo montante financeiro movimentado ilegalmente, a operação apreendeu aproximadamente R$ 150 mil em dinheiro, documentos que podem ser cruciais para aprofundar as investigações, bem como computadores e celulares. A apreensão desses itens é vista como um passo significativo na desarticulação das atividades criminosas investigadas.

“Após uma denúncia realizada no Ministério Público da comarca de Chaves, o promotor de Justiça requisitou a instauração de um inquérito policial à Polícia Civil e iniciamos as investigações há cerca de 1 ano. Solicitamos ao COAF um relatório de inteligência financeira, no qual foram detectadas empresas com indício de lavagem de dinheiro. Uma dessas empresas participa de licitações no município de Chaves, onde detectamos que há uma combinação de valores para que todos consigam vencer as licitações”, explicou o delegado Eduardo Lima da Diretoria Estadual de Combate à Corrupção da PCPA.

A operação não se limitou a ações de busca e apreensão. Durante as diligências, duas pessoas foram presas em flagrante por posse ilegal de armas de fogo, uma das quais estava com a numeração raspada, aumentando a gravidade da infração. Essas pessoas foram entregues à custódia da Polícia Civil do Estado do Amapá, destacando a colaboração inter-estadual na operação.

 


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