01/12/2016 às 10h24min - Atualizada em 01/12/2016 às 10h24min

Uma doença que ainda não existe cura, mas poderá ser evita pela população do Brasil com prevenção.

A dermatologista Marcia Puceli, forma na Unifesp, especializada em Câncer de pele da algumas dicas de prevenção.

Por: Walmir Ferreira

BRASIL - No dia 30 de novembro foi celebrado o dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele, neste ano, a Sociedade Brasileira de Dermatologia disponibilizará cerca de 4000 médicos voluntários. Serão, ao todo, 139 postos distribuídos pelo Brasil que realizarão atendimento simultâneo para análise, diagnóstico e posterior tratamento da doença, das 9 às 15 horas.

O câncer da pele é o tipo de tumor mais incidente na população - cerca de 25% dos cânceres do corpo humano são de pele. Pessoas que tomaram muito sol ao longo da vida sem proteção adequada têm um risco aumentado para esta doença. Isso porque a exposição solar desprotegida agride a pele, causando alterações celulares que podem levar ao câncer. "Tomar sol é algo cumulativo, que fica registrado para sempre no corpo", afirma a dermatologista Marcia Puceli, especializada em câncer de pele pela Unifesp.

A pesquisa também comprovou que 49% dos participantes analisados acreditam que seu risco de desenvolver a doença é baixo ou inexistente. Só lembrar a proteção nos dias de praia é um erro. Ir trabalhar, passear no parque, pegar ônibus, qualquer atividade fora de casa deve ser motivo você se prevenir contra os raios solares UVA e UVB - e o cuidado é ainda mais importante no caso de algumas pessoas mais sensíveis a doenças graves como melanoma e carcinoma.

Ainda que muita gente ache bonitinho ter algumas pintas espalhadas pelo corpo os dermatologistas fazem questão de ressaltar que essas manchas não são normais. Elas surgem ao longo da vida, por consequência da exposição ao sol e precisam ser avaliadas por um dermatologista.

Olhos azuis e cabelos em tons claros

Estudos mostram que pessoas com olhos azuis e cabelos ruivos ou loiros têm mais chance de desenvolver melanoma, o tipo mais raro e agressivo de câncer de pele. Nesses casos, não importa a cor da pele: mesmo uma pessoa de pele morena e olhos azuis deve ir ao médico. Quem nasceu com o cabelo ruivo ou avermelhado precisa dar atenção redobrada às orientações médicas.

As sardas não param de aparecer

O charme das sardas não pode servir como desculpa para você ignorá-las. Isso porque as sardas não passam de uma resposta da pele sensível ao abuso do sol, ou seja, quanto mais sardas, maior o risco de problemas relacionados ao sol.

Histórico familiar de câncer de pele

Como é o caso de muitas doenças, o histórico familiar indica maior possibilidade de desenvolver câncer de pele. Mas fique atento para as diferenças: se alguém na sua família já teve carcinoma, não é necessário se assustar, mas avise o médico. O carcinoma, como as sardas, é resultado exagero na exposição solar.

Antecedente pessoal não pode ser esquecido

Também é muito importante prestar atenção ao seu próprio histórico, além e conhecer sua herança genética. Como no caso familiar, o desenvolvimento do carcinoma indica um comportamento de risco que deve ser controlado seguindo as instruções médicas.

Tomar Sol demais

Mesmo quem não tem características como pele sensível e cabelo ruivo precisa tomar cuidado com o sol. “Eu tomo bastante sol quando vou para a escola e para a praia. Não me preocupo muito com exposição ao sol hoje.” Diz Wendell Guimarães, estudante. É como pensam e agem muitos jovens hoje quanto a proteção. Vale lembrar que a proteção solar não vem só do filtro; chapéus, óculos de sol e até as roupas podem ajudar a bloquear os raios solares, principalmente no cotidiano.


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