05/05/2016 às 17h01min - Atualizada em 05/05/2016 às 17h01min

Defesa Civil reforça o monitoramento nas áreas de risco

Mesmo com as fortes chuvas que caíram no município nos últimos dias, nenhum incidente foi registrado.

Por: Érique Figueirêdo
Fotos: Érique Figueirêdo

ÓBIDOS – As fortes chuvas que caíram em Óbidos nas últimas semanas, tem preocupado os moradores das áreas consideradas de risco, por esse motivo a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec), reforçou o trabalho de monitoramento dessas localidades, para prevenir desastres e dar assistência a população.

Para melhorar esse acompanhamento, agentes da Defesa Civil estão visitando constantemente as áreas que representam maior risco: na região da barreira, entre o centro da cidade e o bairro de Santa Terezinha, e no bairro de Fátima na Rua Antônio Fernandes, onde várias residências foram construídas em um terreno acidentado, por onde é escoada a enxurrada que vem de vários bairros da cidade. “Nós visitamos diariamente essas áreas, inclusive com esse período de chuva mais intenso, nossa preocupação foi estar mais presente para prevenir qualquer situação de risco, nas áreas da barreira, na Antônio Fernandes, mas até hoje nada foi constatado”, garantiu Mauro Célio Gomes, coordenador da Defesa Civil de Óbidos.

A situação das ruas que ficam próximas ao rio Amazonas e ao lago Pauxis, também são consideradas normais pelo órgão. Mesmo com a elevação do rio nos últimos dias, a expectativa é de que e

ssas vias não sejam invadidas pela água. “Choveu bastante agora no início de maio, algo em torno de 30% do que era esperado para o mês todo, mas a água continua bem abaixo do que o esperado para essa época do ano”, disse Mauro.

Não foram registrados situações de risco nas comunidades ribeirinhas que ficam na margem do Amazonas, nessas localidades o monitoramento é realizado pelos agentes comunitários da Comdec.

Enchente

Segundo o representante em Óbidos da Agência Nacional das Águas (Ana), o rio Amazonas permaneceu estável por três dias, e só voltou a elevar o seu nível nesta quinta-feira (5), quando atingiu a marca de 5,94 metros, 1,82 metros a menos, comparando com a média do ano passado que foi de 7,76 metros no dia 5 de maio.

A estimativa é de que o rio suba mais 40 centímetros até o encerramento do período, uma vez que já há indícios de que a vazante tenha começado na região das cabeceiras do rio. O representante da Ana, prevê uma enchente abaixo do que nos anos anteriores, sem registro de alagamentos nas partes mais baixas da cidade.


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