31/03/2016 às 19h37min - Atualizada em 31/03/2016 às 19h37min

Acusado de homicídio ocorrido em 2013 é condenado a mais de 10 anos de prisão

Réu confessou a autoria do crime e foi considerado culpado pelo Conselho de Sentença.

Por: Érique Figueirêdo
Foto: Wendel Menezes

ÓBIDOS - Em sessão do Tribunal do Júri Popular da Comarca de Óbidos realizada nesta sexta-feira (31), Leandro Araújo Silva conhecido como “Paranga”, foi condenado a dez anos e oito meses de prisão em regime fechado. O réu foi considerado culpado pelos jurados do Conselho de Sentença, pela morte de Alan da Silva Cerdeira.

A vítima foi assassinada na noite do dia 21 de em fevereiro de 2013, quando voltava para casa após participar de um evento de carnaval. Segundo os autos do processo, Alan caminhava acompanhado de algumas garotas pela avenida Nelson Souza, no bairro Perpétuo Socorro, quando foi surpreendido pelo acusado que lhe desferiu uma facada no tórax.

Na época “Paranga” chegou a ser preso, mas conseguiu fugir quase um ano depois de estar preso na carceragem da delegacia de Óbidos, e só foi recapturado em abril de 2015.

O réu confessou em seu depoimento a autoria do homicídio e como não houve o depoimento de testemunhas, pouco mais de quatro horas após o início do júri, o juiz titular da

Comarca de Óbidos anunciou a sentença. “Foi um bom júri, pelo caso também foi uma sentença adequada. Nós conversamos com o réu, instruímos ele a confessar e pagar pelo crime que cometeu. Ele tem agora a oportunidade de se ressocializar e em pouco tempo voltar a conviver com a sociedade”, disse Cláudio Galate, advogado de defesa.

O Tribunal do Júri desta sexta-feira, fechou a maratona de julgamentos que foram realizados nos últimos 30 dias. O juiz da Comarca de Óbidos afirmou que está priorizando os processos que envolvem homicídios para da celecirade aos casos que estão tramitando no fórum. “A minha preocupação é com relação aos processos em que as pessoas são presas em flagrante delito, a minha meta é julgar esses casos em no máximo três meses. Em outros casos pelo fato de não ter defensoria pública aqui, se torna mais difícil, mesmo assim estamos avançando e mantendo a meta de julgar os casos envolvendo homicídios em no máximo três meses”, afirmou Rômulo Nogueira de Brito, juiz de direito.

Outros dois tribunais estão marcados para serem realizados ainda na primeira quinzena do mês de abril.

 


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