27/06/2017 às 14h56min - Atualizada em 27/06/2017 às 14h56min

O MMA ou Artes Marciais Mistas vem conquistando muitos adeptos nos últimos anos.

Por: Walmir Ferreira
Foto: Portal Obidense

ÓBIDOS - Pesquisas apontam que, hoje, o esporte está entre os três mais populares e praticados no país ficando atrás apenas do Futebol e o Vôlei. E é fácil entender o crescimento do esporte no país do futebol e pelo mundo afora. A divulgação em massa. O poder da mídia sobre os atletas e as lutas. A dimensão financeira de quem alcança o topo. São tópicos que fazem do MMA um esporte almejado por homens e mulheres.

Luciana Ferreira é uma jovem de 17 anos e durante a infância assistia na televisão as lutas de boxe e depois de MMA. Foi através dos gladiadores modernos que a jovem começou a se apaixonar pela modalidade. Com o crescimento das atletas femininas nas lutas principais abriu espaço para um novo público, que cresce a cada dia. Luciana é um exemplo.

Luciana Ferreira é obidense, estudante de 17 anos e cursa o nono ano fundamental. A jovem recebeu uma bolsa para treinar o MMA através do Centro de Treinamento Dragon Fight.

"Estou muito feliz de poder ter essa oportunidade. Eu comecei na academia com a capoeira e foi ao lado (no octógono) que percebi meu grande sonho." Disse Luciana Ferreira.

Mas, o caminho foi árduo e cheio de portas fechadas. O MMA ainda é um esporte caro para atletas iniciantes. As aulas ainda exigem um valor, as vezes, inacessível para a maioria dos admiradores e futuros atletas. Várias portas se fecharam para Luciana até que uma janela se abriu através do Projeto "Educar Através da Capoeira", promovido pelo Policial Militar, Cb. Branches e o Centro de Treinamento Dragon Fight. Luciana começou há pouco mais de 30 dias na capoeira, mas decidiu que queria fazer o MMA.

"Nós a recebemos aqui no projeto de capoeira, mas foi assistindo os treinos no octógono que a Luciana revelou seu sonho de entrar para o MMA. Decidi então investir na carreira da jovem e desde já eu digo que futuramente vamos ouvir bastante o nome 'Luciana Ferreira' na cidade e na região." Afirma Branches.

Luciana está na sua primeira aula e ainda tem muito que aprender. Uma menina que pretendia entrar para o exército para aprender a lutar teve portas fechadas e vários motivos para desistir. Mas, viu uma luz no fim do túnel e recebeu a oportunidade de defender seu sonho, antes distante e inacessível, hoje uma realidade que pode inspirar muitas outras crianças cheias de sonhos.


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