13/05/2017 às 15h28min - Atualizada em 13/05/2017 às 15h28min

Médica do Hospital Municipal de Oriximiná publica Nota de Esclarecimento sobre acusação de negligencia.

O Portal Obidense, tem como fundamental, manter o direito assegurado, sempre abrirá espaço para as pessoas ou entidades terem o exercício pleno do direito.

Por: Marcio Garcia
Da Redação
Arte: Portal Nota

Abaixo segue nota na integra.

Eu Patrícia Gomes, médica concursada da Prefeitura Municipal de Oriximiná, sendo responsável por todos os pacientes internados na clínica médica do HMO (Hospital Municipal de Oriximiná), venho esclarecer sobre o caso no menor B B P, que foi internado por mim no dia 04/05/2017, pois estava de plantão noturno, ficando ele sobre minha responsabilidade durante todo o período internado no HMO.

Declaro que foram feitas todas as medidas cabíveis, com o intuito de melhorar e estabilizar seu quadro clínico até sua transferência para uma unidade de cuidados intensivos, a qual foi solicitada ao amanhecer do dia 05/05/2017.

Isso se fez necessário devido a gravidade do quadro clínico. O paciente foi colocado em TOT (Tubo Oro Traqueal), e com auxílio de ventilação mecânica. Foi iniciado imediatamente o tratamento para pneumonia com antibióticos de amplo-espectro e drogas vasoativas, sendo estas, medidas imediatistas para estabilizar o paciente, que nessas circunstâncias necessitava de suporte laboratorial com equipamentos específicos, o qual não possuímos em nosso serviço, como no caso, um aparelho de Gasometria Arterial, que é essencial para avaliar a função dos pulmões.

Todos os pacientes que necessitam ser transferidos via TFD (Tratamento Fora Domicílio) tem como único destino, via SUS, o Hospital Municipal de Santarém, que libera a vaga solicitada através de uma central de leitos.

O leito de UTI do paciente B B P, não foi disponibilizado pela central, e o seu quadro clínico, como consta em seu prontuário médico, fez com que esse TFD continuasse ativo, pois somente com recursos avançados as chances do paciente aumentariam. Talvez tentando acertar e acalentar a família do paciente, tenha pecado em elucidá-los sobre os procedimentos técnicos, os quais foram interpretados de maneira errônea pelos mesmos. O prontuário do paciente somente pode ser fornecido para os familiares, que têm pleno direito de argumentar e tirar suas dúvidas, o que não inclui irem em rede social afirmar que, através de medicamentos, fui responsável pela morte do mesmo, pois até o momento, nenhum processo foi instaurado e mais ainda, nenhum julgamento estabelecido. Diante desses fatos, procurei os meus direitos registrando um Boletim de Ocorrência Policial por calúnia e difamação.

Há 21 anos sou médica nessa cidade e durante esse período busquei a realização de cursos de especializações afim de aprimorar cada vez mais o meu trabalho, não podendo ficar sem reação perante a tamanha agressões difamatórias.


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