11/02/2017 às 17h57min - Atualizada em 11/02/2017 às 17h57min

Carnaval é sinônimo de festa, alegria, descontração, brincadeira e de muita imaginação.

Muitos foliões aproveitam a liberdade de criação para colocar em prática todo o repertório de ideias nas cores e fantasias.

Por: Walmir Ferreira
Foto: Portal Obidense

ÓBIDOS - Quanto mais chamativas, mais originais, mais adequadas ao momento. O carnaval é tido, até, por muitos como a festa mais democrática que existe. Por reunir num mesmo evento e local pessoas de várias faixas etárias, etnias, condições sociais e culturais. E tanta diversidade faz do carnaval um verdadeiro evento de confraternização, por que não?

Encontramos na cidade de Óbidos, Oeste do Pará uma jovem foliã que leva muito a sério o sentido de se ENFEITAR. Uma moda que faz a cabeça da mulherada pode estar ao alcance das foliãs que irão prestigiar o Carnapauxis a festa do Mascarado Fobó, como é popularmente e culturalmente conhecido o carnaval de Óbidos, tido por muitos o maior carnaval de rua do Oeste do Pará.

As modinhas de carnaval varIam bastante. Vão desde as trilhas sonoras aos abadás. Mas, todo e qualquer folião que se prese não deixa de lado os adereços, indispensáveis, na hora da produção. Quem já ouviu falar em TIARAS vai se surpreender com as novidades para o carnaval. São modelos variados com cores e formas distintas. Tudo para chamar a atenção dos clientes, foliões fiéis ao bom e velho adereço de carnaval.

São mais de cem peças disponíveis em Óbidos com modelos bem variados. De coelhinha, de anjinha, com temas infantis como da Minnie e Margarida e os mais chamativos, com luzes em led, movidas à bateria. São pelo menos cem peças, mas a expectativa da vendedora é vender todos e pedir mais TIARAS.

"Minha tia, que mora em Manaus (capital do Amazonas) perguntou se eu não queria vender produtos para o carnaval. Pensei que poderia ser um bom momento para fazer uma renda, já que estamos perto do carnaval." Disse Helen Farias, vendedora.

Helen mora no bairro Santa Terezinha, em Óbidos, Oeste do Pará e pensou que, mesmo em meio à crise financeira que vive a cidade (e o país) podia fazer uma boa renda com a venda de produtos voltados ao carnaval. Uniu o útil ao agradável e começou a fazer vendas também pela internet.

Como o povo brasileiro é criativo e tem seu jeitinho, típico desse povo, Helen percebeu que no carnaval a palavra "crise" é um bloco que nenhum folião quer seguir e em pouco tempo já pensa em pedir mais TIARAS e MÁSCARAS já que o negócio está em rumo contrário à crise.

"Todo mundo acaba guardando um dinheirinho para investir na sua produção do carnaval. E quem não pode pagar a vista a gente dá até uma semana. Dessa forma a gente ajuda o cliente, faz amigos e deixa o nosso carnaval mais belo." Acrescenta Helen.


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