13/01/2017 às 11h47min - Atualizada em 13/01/2017 às 11h47min

Frieza e crueldade em duplo homicídio em Oriximiná de ex-presidiário morto a sangre frio.

Polícia suspeita de crime encomendado, ação foi executada por 4 elementos fortemente armados pronto para executar a vítima.

Por: Márcio Garcia
Foto: Márcio Garcia

ORIXIMINÁ – A cidade de Oriximiná no oeste do Pará, amanheceu nesta sexta feira 13, em clima nebuloso e notícias de mais uma noite sangrenta. Desta vês trata-se de suspeita de execução e queima de arquivos de situação não resolvida entre ex-presidirios e sua facções.

A Abordagem

Por volta das 21h:20mn quatro elementos, todos com armada de forte calibre, entraram na Vila Corrêa Lima, situada na Rua Braz Mileo S/N, bairro do Perpétuo Socorro, abordam a primeira residência da vila se identificando como policiais Federais, com uma foto de um procurado na mão, perguntam se conheciam a pessoa e que seu nome era Irlas! A moradora, inocentemente informou que o mesmo residia na última casa da vila.

As Mortes

Então os suposto policiais se deslocaram até às últimas residência e lá aguardam pelo procurado. Mas antes trancaram a família que deu a informação dentro de sua própria residência.

Com informações de testemunhas. Momentos depois, chega em uma moto pop 110 cor branca placa QDU 6001, Ramon Lopes Gemaque,19 anos, que mora no endereço na rua Marechal Castelo Branco e Irlas Cavalcante de Oliveira, 23 anos, Rua Braz Miléo, Perpétuo Socorro – Vila Corrêa Lima.

Os 4 homens estavam na tocaia. Sem perder tempo, os mesmos foram recebidos com vários tiros que foram disparos quase a queima roupa atingiram as paredes das residências. Ramon foi alveja com 2 tiros, caiu no corredor da Vila e Irlas caiu atirado nos fundo do terreno dá vila com 29 tiros em sua maioria na cabeça.

Segundo informações da Polícia, Ramon deu carona a Irlas que era traficante e ex-condenado. Após os dois serem executados, os assassinos saíram em um carro de cor preta. Os homens atiraram uma vez no dono da moto e fuzilaram o suposto traficante. Provavelmente acerto de contas, a polícia não sabe!

Indigente

No HMO após serem liberados pela perícia a vítima Islas, até o momento do fechamento desta matéria não teve seu corpo reclamado por nenhum, conhecido ou parente. As informações dão conta que o mesmo é de Manaus e que toda a sua família foi morta por envolvimento por tráfico de drogas.

Ultimas Informações

O caso está sendo acompanhado pela guarnição do Sargento Sumuel e hoje pela manhã através de nosso correspondente em Oriximiná repórter Márcio Garcia que falou com o escrivão Alessandre Rodrigues: “Colhemos vários depoimentos de testemunhas, já temos uma linha de investigação, não podemos ainda dar detalhes, mas já temos suspeitos, temos uma carta que está com nossa perícia para saber a veracidade, lá tem vária informações e também ameaças de morte. Também já sabemos que as armas usadas são de uso restrito da polícia pistola de calibre 40 modelo 840 e outra pistola 9 milimetro”.

O caso é complicado suspeita-se que os matadores vieram de fora, suspostamente de Manaus, onde a vítima morava e fazia parte do crime na ária do tráfico e que pertencia a uma facção criminosa que não se sabe ainda.

Oriximiná, a cada dia mais violência e agora se for provado o vínculo com tráfico de outros estados, será o momento de rever a atuação na ária de segurança, pois as cidades dos interiores aos poucos serão tomadas pelo tráfico assim como foi feita as ocupações nos bairros da periferia dos grandes centros assim como aconteceu nas grades capitais do país.


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