26/12/2016 às 10h04min - Atualizada em 26/12/2016 às 10h04min

Pará: 75% dos barcos que navegam são clandestinos segundo Capitania dos Portos

O risco se eleva no período de final de ano e férias escolares, onde a demanda de passageiros é bem maior.

Por:Michelle Daniel/Diário do Pará

PARÁ - Após o naufrágio da embarcação Luar C, que matou 6 pessoas no último dia 7 deste mês, veio à tona um dado preocupante: Das 80 mil embarcações que navegam pelos rios do Pará, cerca de 60 mil não são fiscalizadas, colocando em risco milhares de pessoas. Ou seja, 75% dos barcos que transitam nas águas paraenses não são vistoriados. Os dados são da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental, responsável pela inspeção. Para cada embarcação inscrita junto à Capitania, existem pelo menos 3 que navegam sem qualquer tipo de autorização.

O órgão é responsável pela fiscalização dos navios que navegam nos rios de 101 municípios do Pará. Os demais 43 são de responsabilidade da Capitania dos Portos de Santarém. Aristide de Carvalho Neto, capitão dos Portos da Amazônia, diz que, mesmo com os dados alarmantes, o efetivo de 5 militares e uma lancha ancorada na Orla de Belém é suficiente para realizar as inspeções, tanto no transporte de pessoas como de cargas.“Não é preciso efetivo maior. A fiscalização está ocorrendo e não temos tido problemas com isso”, garante, ao detalhar que a equipe de inspeção aumenta para 15, além de moto aquática e bote aquático, quando se desloca para outras regiões distantes da Orla. “A gente fiscaliza todas as embarcações que vamos encontrando”, reforça.

Após o naufrágio da embarcação Luar C, que matou 6 pessoas no último dia 7 deste mês, veio à tona um dado preocupante: Das 80 mil embarcações que navegam pelos rios do Pará, cerca de 60 mil não são fiscalizadas, colocando em risco milhares de pessoas. Ou seja, 75% dos barcos que transitam nas águas paraenses não são vistoriados. Os dados são da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental, responsável pela inspeção. Para cada embarcação inscrita junto à Capitania, existem pelo menos 3 que navegam sem qualquer tipo de autorização.

O órgão é responsável pela fiscalização dos navios que navegam nos rios de 101 municípios do Pará. Os demais 43 são de responsabilidade da Capitania dos Portos de Santarém. Aristide de Carvalho Neto, capitão dos Portos da Amazônia, diz que, mesmo com os dados alarmantes, o efetivo de 5 militares e uma lancha ancorada na Orla de Belém é suficiente para realizar as inspeções, tanto no transporte de pessoas como de cargas.“Não é preciso efetivo maior. A fiscalização está ocorrendo e não temos tido problemas com isso”, garante, ao detalhar que a equipe de inspeção aumenta para 15, além de moto aquática e bote aquático, quando se desloca para outras regiões distantes da Orla. “A gente fiscaliza todas as embarcações que vamos encontrando”, reforça.


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